sábado, 2 de setembro de 2017

Eu odeio Chico Buarque - Como me tornei uma semi celebridade.

Eu odeio Chico Buarque -

Como me tornei uma semi celebridade.



Um conto de ficção escrito por Francisco Águas



Estou sendo cotado para um reality show de um canal à cabo.  Dei entrevista em um talk show de um comediante na madrugada. Fiz comercial de material esportivo de segunda linha. Fui contratado como dj (mesmo sem ser dj) para festas noturnas no interior. Fui jurado em programas de calouros. Cheguei a dar autógrafos, a tirar selfies com fãs.  O vídeo que me lançou ao semi estrelato foi o mais visualizado no YouTube no ano. Telejornais faziam matérias sobre o vídeo.
Minha vida mudou radicalmente. De repente me tornei uma celebridade da segunda divisão. Minha vida pacata e completamente anônima evaporou-se instantaneamente. Passei a ser reconhecido nas ruas, deixei meu emprego de auxiliar de contabilidade em um pequeno escritório no triângulo mineiro.
Tudo porque em uma pelada de futebol, encerrei a famosa carreira de peladeiro de ninguém mais, ninguém menos do que Francisco Buarque de Holanda! Com um carrinho violento, covarde e vil, rompi os ligamentos dos dois tornozelos do dono do Polytheama!
Chico Buarque era para mim um grande ídolo. Cresci admirando suas canções.  Li com entusiasmo seus romances.  Sempre tive inveja do fato de ser amado pelas mulheres. Adorava sua história de compositor que enfrentou a ditadura militar. Suas peças teatrais eram memoráveis, até músicas infantis fez com maestria.  Era minha maior referência!
Nunca imaginei que jogaria uma pelada com Chico Buarque.  Estava eu, ruminando minha vida nonsense, quando recebi um convite que mudaria minha existência. Em uma tarde de domingo, recebi a ligação de um amigo, secretário de cultura de uma pequena cidade próxima à belo horizonte.  Achei que fosse piada.  Convidou-me para jogar uma partida comemorativa contra o legendário Polytheama, o time de Chico.
Explicou-me que não era brincadeira.  Meu amigo, secretário de cultura da cidade onde bisavô mineiro de Chico teve uma fazenda, queria fazer uma homenagem aos 70 completados pelo artista.  Queria entregar a chave da cidade para o músico, leva-lo ao plenário da câmara de vereadores para condecorá-lo com o título de cidadão honorário, jantares de gala e discursos na praça principal.
Chico, como é avesso à homenagens e badalação,  recusou todas honrarias.  Meu amigo insistiu, mas a assessoria do cantor foi irredutível.  Como meu amigo era amigo de um companheiro de futebol de Chico, tentou ao menos marcar um jogo comemorativo na pequena cidadela. O compositor, que era verdadeiro aficionado no esporte, gostou da ideia e aceitou o convite, desde que não houvesse discursos e fosse não fosse divulgado na mídia das grandes capitais.
Peguei assim um ônibus no triângulo mineiro rumo aos arredores de Belo Horizonte.  Comprei uma chuteira nova parcelada, uma bolsa para carregar meus apetrechos futebolísticos e parti para realizar meu sonho de conhecer Chico. No ônibus lotado, mal podia suportar a ansiedade. Ficava pensando se a equipe do Chico não desmarcaria o jogo, se eu teria oportunidade de tirar uma foto com ele.
A viagem foi longa. Saí do triangulo mineiro rodei em um ônibus velho por mais de 600 kms. Seu trajeto foi pontuado por várias paradas. O ônibus parava em todas as cidadelas pelo caminho. Na metade do caminho, adentrou no veículo um senhor muito falante. Não parava de falar em voz alta, de como era íntimo do presidente do Atlético Mineiro e de como fora importante para influenciá-lo na contratação do astro do futebol, Ronaldinho Gaúcho, que até então estava em baixa. Que teria ligado para o Kalil (então presidente do clube mineiro), que ele estava em dúvida, mas com a sua indicação, iria contratar o craque. Assim, de acordo com o passageiro falante, Ronaldinho Gaúcho só levou o Atlético ao título da Libertadores da América porque ele avalizou a sua contratação.
Enquanto o cidadão conversava cada vez mais alto e contava como tinha intimidade com o folclórico presidente do Galo Mineiro, eu ficava cada vez mais ansioso para encontrar o meu ídolo. Cantarolava mentalmente várias de suas memoráveis canções, e até mentalmente eu desafinava. Ficava pensando na genialidade de suas letras, das harmonias musicais, da inventividade de seus romances, com seu capricho da linguagem. Cada quilômetro rodado eu ficava mais distante da conversa alta e delirante do atleticano. Quanto mais pensava na genialidade da obra de Chico, mais eu enxergava a minha mediocridade.
Com o coração em sobressaltos, cheguei ao meu destino final. Meu amigo me buscou na rodoviária. Levou-me até uma pensão onde ficaria hospedado. O jogo de homenagem ao artista seria às nove horas da manhã. Adentrei no quarto modesto do estabelecimento e logo pensei em tomar um banho. Fui logo tomando um choque na torneira que abria a ducha do chuveiro antigo – minha ansiedade aumentou ainda mais com a descarga elétrica.
Sob uma ducha com pouca e morna água, tentei acalmar os ânimos. Ensaiava mentalmente diálogos com Chico. Como deveria me portar perante meu ídolo. Como mostrar minha admiração sem me parecer ridículo, sem incomodar o compositor. Arquitetei várias falas mentais, algumas me pareceram um tanto blasé, outras bastante deslumbradas, sempre me sentia inadequado.
Saí para comer algo. Não tinha fome, mas precisava me alimentar para ter energia para o jogo da minha vida. Nunca fui um craque de bola, mas queria ao menos não parecer um grande perna de pau. Caminhei poucos passos da pensão e encontrei um humilde restaurante. Adentrei no recinto e pedi o cardápio. Pedi um prato feito com um acréscimo de um ovo frito com a gema mole. Comi vagarosamente enquanto pensava na possibilidade de impressionar Chico com o meu futebol. Porém lembrei que nunca impressionei ninguém com nada.
Após a refeição frugal, voltei para a pensão. Já passava das dez da noite e precisava dormir. Busquei o leito para o meu repouso. Na manhã seguinte eu deveria estar preparado para uma apresentação de gala, jogar o fino futebol contra o time do Chico! Na cama de mola, joguei meu já exausto corpo. Minha cabeça estava acelerada como nunca estivera. Pensei que conseguiria pegar logo no sono, visto que viajara o dia todo e estava muito cansado. Ledo engano.
 Na penumbra do pequeno quarto meus pensamentos viajavam velozes. Nunca imaginei que poderia jogar futebol com Francisco Buarque de Holanda. A possibilidade de chegar perto da mítica personalidade brasileira, me deixou atônito. Seu vulto gigantesco me reduzia pó. A proximidade do encontro evidenciou minha vida vazia. Era um auxiliar de contabilidade frustrado. Mal pagava minhas contas e contava os dias da semana para ficar longe do trabalho. Minha vida amorosa era marcada por fracassos e desilusões. A única namorada que tive era justamente uma fã ardorosa do Chico. Nos conhecemos em um grupo do Orkut, intitulados Chicólatras Anônimos. Porém, depois de alguns poucos anos de relacionamento ela não suportou minha mediocridade e me abandonou. Durante todos os outros anos me contentei com prostitutas baratas da cidade ou com encontros que meus colegas de trabalho tentavam me arranjar, mas que nunca prosperavam.
 A noite transcorria e eu ficava cada vez mais angustiado. Na pequena cidade em que vivia, era conhecido como o cara que gostava do Chico Buarque. Em um ambiente onde a maioria das pessoas gostavam de músicas de massa, eu era conhecido como alguém que tinha o gosto refinado, era por isso admirado. De certa maneira, me sentia erudito, inteligente, profundo, porque era fã do famoso compositor de olhos verdes. Cada vez que lia uma crítica exaltando os seus feitos, eu me sentia realizado, me sentia premiado como se o elogio tivesse sido para mim. Assim, rolando no colchão de molas da pensão, ficou evidente que até a fama de rapaz culto da cidade pequena, eu devia à Chico Buarque e não às minhas qualidades. Me senti gozando com o membro alheio. Me encontrei na beirada do abismo do vazio da minha vida. Fiquei aterrorizado com a possibilidade de olhar nos olhos de meu ídolo.
Adentrei a madrugada cada vez mais angustiado. A admiração pelo artista transmutou-se em raiva. Me sentia esmagado pelo seu vulto. O sono não vinha e fiquei pensando que Chico não podia ser tão genial como era. Fiquei pensando nas várias letras de músicas e tentando encontrar defeitos. Em como ele era um mal cantor, que sua voz de taquara rachada era irritante, mas no fundo isso me deixava mais para baixo, pois mesmo sem ter uma voz bonita, conseguia cantar bem suas músicas. Imaginava também que deveria ser má pessoa, que deveria ser mau educado, que deveria ser esnobe, arrogante, visto que ninguém conseguiria ser humilde sendo considerado um gênio das artes. Também passei a imaginar que com sete décadas já não daria conta de jogar bola mais, que eu conseguiria marcá-lo facilmente em campo. Da mesma maneira, achei que com um rosto esculpido pelo tempo, marcado por rugas e com cabelos desbotados, as mulheres já não mais gostariam dele.
Quando dei por mim, o sol já raiava. Tinha passado a noite em claro. Chico Buarque tinha roubado meu sono. Logo meu amigo passaria na pensão para me buscar para o evento. Caí num choro compulsivo. Vi que odiava Francisco Buarque. Após o pranto intenso, me levantei e me dirigi ao banheiro. Abri a torneira e levei outro choque. Fiquei alguns minutos catatônico de baixo do chuveiro. Pensei em tomar um café para me despertar.
Me dirigi ao saguão da pensão. O café da manhã servido era bastante modesto. Comi um pão com margarina, tomei um café ralo e doce que logo casou uma profunda azia. Levantei-me da mesa e retornei ao meu quarto. Nos aposentos em que pernoitei insone, repensei a minha angústia. Não existia motivo para estar assim. Na verdade seria um dia de alegria. Jogaria futebol com meu ídolo, com sorte daria um abraço nele, tiraríamos uma foto e eu poderia relatar a ele como ele é importante na minha formação, como ele é importante para o país, como ele enriqueceu nossa cultura. Com sorte tomaríamos até uma cerveja juntos. Não existia motivo para tristeza, eu teria uma oportunidade que muitos gostariam de ter.
Em pouco tempo meu amigo passou. Muito empolgado. Falou que Chico já se encontrava em direção ao pequeno estádio municipal onde seria jogado a esperada pelada. Peguei meus materiais esportivo e entrei no carro do meu amigo. Ele notou que estava com os olhos fundos. Perguntou se tinha dormido mal. Falei para ele que era só a emoção de jogar com o cantor. Mal sabia ele que não tinha pregado os olhos.
Chegamos no estádio. Entrei no vestiário. Encontrei as pessoas da cidade que formariam o time que jogaria contra o Polytheama. Me apresentei, falei que tinha sido convidado pelo secretário de cultura. Me perguntaram em qual posição jogava e informei que era na zaga. Me passaram a camisa número 3. Falaram justamente que deveria marcar o craque compositor.
Colocamos os uniformes esportivos. Atravessamos o túnel entre o vestiário e o campo. Me senti um jogador profissional. Logo avistei no gramado uma banda marcial tocando a melodia da música “A Banda”, primeiro sucesso do homenageado. Do lado da banda, um faixa em homenagem “Chico os cidadãos dessa cidade te recebem de braços abertos”. Fiquei fazendo um pequeno aquecimento. Corria de um lado para o outro, dava pulos, a ansiedade estava elevada.

Em poucos instantes, o time do Polytheama adentrou ao gramado. Chico, com a camiseta 9 com o nome Pagão (seu craque de seus jogos de futebol de botão), era o primeiro da fila. Ao som da banda marcial, foi recebido pelo prefeito que quebrando o protocolo, lhe entregou a chave da cidade. Chico constrangido, recebeu a chave e agradeceu. O prefeito, no gramado mesmo, de chuteiras e uniforme, fez um discurso que deixou ainda mais embaraçado o homenageado.
Depois do cerimonial improvisado. Para minha surpresa, Chico caminhou em nossa direção. Com muita simplicidade e carisma apertou a mão de um a um dos jogadores adversários. Pouco a pouco se aproximava de mim. Fui ficando sem reação. Todos os cumprimentados abraçavam o artista e falavam breves palavras que Chico agradecia com um simpático e carismático sorriso no rosto. Quando foi a vez de me cumprimentar, eu fiquei mudo. Mal estendi a mão para o septuagenário atleta. Sorridente, estendeu a mão e apertou a minha. Sem reação, nada disse e nem ao menos pude abraça-lo. Como em um filme, eu vi o herói se afastar da tela e voltar para o outro lado do campo para se aquecer para a pelada. Pensei comigo mesmo. Ele é humilde. Não é arrogante. Fiquei com raiva.
Do lado de fora do alambrado, uma multidão de mulheres gritavam enlouquecidas o nome do cantor. De adolescentes a mulheres maduras, todas suspiram pelos olhos de ardósia do camisa 9 mais famoso das peladas brasileiras. Fiquei desolado. Me senti como um fantasma.
Com os times postados em campo, o juiz apitou. Estremeci. Mas logo pensei, na zaga, não vou deixar esse velho pegar na bola. Pensei que ele não conseguiria fazer nada em campo. Já na terceira idade, não seria páreo para um zagueiro de meia idade. Nosso time deu a saída de bola. Como nosso time era desentrosado, logo perdemos a bola. O Polytheama começou a tocar a bola calmamente no meio de campo, nisso, o Camisa 9 se aproximou da área e se aproximo de mim. Na primeira bola que jogaram para Chico, antecipei e dei um bico para frente. Quase gritei de emoção. Não deixei-o pegar na bola. Seria fácil marcar o velhote. Com sorte, em um escanteio eu ainda subiria ao ataque e faria um gol de cabeça. Eu iria vencer Chico Buarque.
O jogo continuou sem emoções. O time de Chico tocava a bola lentamente, cadenciando o jogo. Nosso time mal pegava na bola. Porém o artista recuou um pouco e recebeu a bola. Partiu para o ataque. Certamente não corria como um jovem atleta, mas não parecia um velho, conseguiu driblar um companheiro de time, veio em minha direção. Imaginei que conseguiria tirar facilmente a bola daquele senhor. Me enganei redondamente.
Ao se aproximar de mim, dei um bote em seu direção, esticando minha perna direita em sua direção. Com sutileza, Chico colocou as bolas entre as minhas pernas, pegando-a do outro lado. Me senti como se um punhal tivesse trespassado minhas vísceras, me ferindo de morte. A torcida delirou. Chico continuou com a bola e de frente para o goleiro, com classe, chutou rasteiro no canto do gol, fazendo um belo gol.
 Meus olhos encheram de lágrimas. Contive o choro. Enquanto Chico corria para abraçar os colegas e cumprimentar a torcida, eu vivi uma eternidade. Contive o choro, mas minhas vistas ficaram turvas. Perdi a sensação de direção. Fiquei parado porque me faltou ar, minhas pernas bambearam. Não sabia bem o que fazer. Quando o juiz reiniciou o jogo, já não sabia muito bem como me comportar.
 Respirei fundo. Respirei com ódio de Chico. Ele tinha acabado com a minha honra. Meus olhos ficaram vermelhos.  Minha cabeça girava. O jogo tinha recomeçado, não sabia bem o que fazer. Eu queria vingança, eu queria que Chico sentisse o gosto do vexame, do fracasso, da lona. Mais uma vez, craque das peladas voltou ao meio de campo e recebeu a bola de costas para o ataque. Me senti como um animal selvagem que vê sua vítima. Em um ímpeto de agressividade assassina, pulei com os dois pés nos tornozelos de Chico, por trás, furiosamente com todo o meu amor que tinha se transformado em ódio, acertei violentamente o cantor.
 Ele caiu no chão se contorcendo. Eu levantei, ainda em transe, me dirigi a ele caído. Com o dedo em riste, apontei para ele e bradei que ele devia respeitar mais as pessoas. Logo, todos me cercaram e me tiraram de perto do compositor. Ninguém entendia muito o que se passava. Os torcedores do Estádio Municipal pularam o alambrado e partiram em minha direção. Certamente eu seria linchado. 
Meu amigo que assistia o jogo de fora correu em minha direção. Sabia que eu corria risco de vida. Me agarrou pelo braço e me levou para o túnel, corremos por dentro do vestiário e saímos pelo portão dos fundos. Entramos no carro e literalmente fugimos. O secretário de cultura não falava uma palavra. Só chorava. Entramos discretamente no hotel onde peguei a minha mala e ainda vestido com o uniforme do jogo, fugi da cidade. Meu amigo pediu um táxi para mim e falou que acertaria a diária no hotel.
No taxi, ainda suado comecei a pensar no que tinha feito. Fui para Belo Horizonte, visto que não era seguro ficar na pequena cidade. Na rodoviária de lá eu pegaria um ônibus e voltaria para casa. No terminal rodoviário, tomei um banho e tirei a roupa esportiva. Procurei um guichê para comprar uma passagem. O próximo ônibus demoraria umas duas horas. Enquanto isso, fiquei no saguão desfalecido em um cadeira. Para minha surpresa, logo surgiu em um plantão da televisão local, a notícia de que o famoso cantor e compositor Chico Buarque tinha sido violentamente agredido com um forte e agressivo carrinho em uma cidade nas proximidades da capital mineira. Foi a primeira vez, de inúmeras vezes, que eu via o vídeo de minha agressão ao meu ex ídolo. Fiquei com medo de ser reconhecido.
Logo o meu ônibus chegou e eu parti. Com todas as emoções vividas e o cansaço, encostei no banco do veículo e adormeci profundamente. Não acordei nem nas muitas paradas dos pequenos municípios em que o ônibus passava. Fui acordado pelo motorista no meu destino. Tinha dormido mais de dez horas seguidas. Acordei assustado. Com a boca toda babada. Tinha tido sonhos com Chico Buarque, que ele me perseguia com pedras na mão, cantando,  “taca pedra no zagueiro, taca bosta no zagueiro”.

17 comentários:

  1. Título:
    Chico tem voz de taquara rachada.

    Compare o Chico-Taquara-BuarQ-Rachada com o DEEP PURPLE dos anos 1970 também... Não tem nem como, né?

    Bom...m e quanto à «esquerda», do texto acima, vejamos:

    "Moro prendeu João-o-Milionário-Santana, marqueteiro de dilma, a cafonona de BH, que de burralda, pela publicidade se transformou em Coração ValentA© em 2014 e, assim, ganhou a eleição".
    [e também o amor por FHC pelo PT]:


    Petista A DO RA narrativas petistas, apenas. Tem uma paixão enrustida por PSDB e papo-furado do petismo. Um amor imenso por FHC. Tudo que se fala -- qualquer assunto -- e loguinho lembram do antigão FHC. Ou do PSDB. rsrsrs. Só pode ser amor:

    Conhecem duas palavras: PT & FHC. A partir desse tema, criam qualquer texto, -- mesmo que enorme!

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  2. Li o seu conto no seguimento de uma polémica sobre a nova música de Chico. Seu conto diz tudo sobre o porquê da polémica. Gostei. Do conto e da música. Afinal eu também amo o Chico e a sua musica.

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    1. Mbs, o Chico tem levantado muitas polêmicas mesmo, no fundo acho que sua estatura gigante chega a incomodar os medíocres. Abraço.

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  3. Parabéns Francisco, muito legal seu conto. Texto para bom entendedor ;)

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  4. Muito bom o seu conto. "Chicolatras do mundo uni-vos"

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    1. Saudades do Orkut! Malu... seria você a ex namorada do anti herói do conto?

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  5. amei. estou c tremenda inveja. q n jogue contra mim, senao já sabe - rsrs -
    ...

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  6. Casa da Arte, hehehe, pode deixar que não vou jogar contra vc não. Obrigado pela leitura do conto.

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